
Sensibilizada, dei uma nota de hum real. Esta estratégia de bilhetinho, os garotos devem ter copiado dos mudos, que também vendem um pedacinho de papel, mas este, ao menos, nos ensina a falar naquela linguagem libra. O papel do garoto, não. Ele leva de volta. Certo, ele precisará mais adiante.
Fiquei então pensando, que investimento! Digita-se um parágrafo com um certo convencimento a partir da sensibilidade das pessoas. Tira-se xérox, recorta, e pede-se dinheiro nas ruas. Evoluído, hein?! É a tecnologia chegando às ruas.
Temos que bater palmas, estratégia muito boa, criativa e persuasiva. Os meninos de rua são muito inteligentes, pedem direitinho e alguns têm um poder de convencimento tal qual um profissional de publicidade. Será que estão tendo aula por aí?
Alana Andrade - 3º sem
7 comentários:
Alana Andrade, me perdoe a sinceridade, mas faltou um pouco de semântica no teu texto. Observe este trecho: "[...] sempre me aparece um garoto com as roupas sujas ou não, com um papel escrito, cada garoto tem uma história quase igual, parece até um texto padronizado.[...]" Não dá pra entender este trecho, está ambíguo, sem nexo, sem sentido, precisa de correção para facilitar o entendimento do leitor. Você obviamente tinha a idéia bem formulada na cabeça, mas na hora de passar[...]. Vamos agora contextualizar. Eu te juro que fiquei perplexo com o rumo que você deu ao texto. Estava pois, esperando que você falasse algo menos pobre e sem valor diante desta triste realidade. Porém, você traz um texto que se desenrola de modo pobre, e pior de forma a "IRONIZAR" a situação dos garotos. Observemos este trecho: "[...]Temos que bater palmas, estratégia muito boa, criativa e persuasiva. Os meninos de rua são muito inteligentes, pedem direitinho e alguns têm um poder de convencimento tal qual um profissional de publicidade. Será que estão tendo aula por aí.?"
Alana Andrade, reveja seus conceitos, ainda há tempo pra ver nesta realidade algo que nos incite a chorar e buscar uma solução plausível, depois disso aplaudiremos. Aliás, hoje o máximo que posso fazer é aplaudir o seu texto de forma "irônica".
"Não se preocupe ALANA, para que aprendamos algo novo, faz-se necessário jogar outra coisa fora"
Continue, você tem potencial!!!
[tenho mais a falar sobre o texto, porém acho que já me alonguei em demasia]Me refiro ao trecho:"[...]Sensibilizada, dei uma nota de hum real[...]. e ao trecho: "[...] O papel do garoto, não. Ele leva de volta[...].
Gênesson Honorato
(é estudante do 6ºsem de Psicologia da FTC/ITABUNA)
Gente desculpa o tamanho do "expresso".
Amiga;
Muito interessante o seu blog. Forma inteligente de laboratório para essa belíssima profissão que é o Jornalismo.
Com o advento dos blogs, um cidadão comum como eu, pode colocar as suas idéias, muitas vezes usando-o como uma ferramenta de revolta com o que está ai.
É necessário que nós, itabunenses, estimulemos os nossos jovens a visitar mais blogs e filtrar ou assimilar as idéias neles expostas. Nesse momento coloco seu blog na lista de links do meu. Se possível gostaria que fizesse o mesmo com o meu, pois meu pensamento não deve ficar restrito a mim.
Um abração e parabéns.
Adorei o texto Alana.
Adorei a idéia, jornalismo é isso!
(Ah! Odilon tá mandando representantes é?)
triste realidade "publicitaria"
Eles deveria dar aulas de publicidade... rs!
Mas não nos esqueçamos do problema social gravíssimo!
Abraços, flores, estrelas!
Alana você tem ironia nas suas palavras críticas! Eu gostei da idéa do seu texto! Só não leve a ironia além do seu potencial. Você pode se dar bem na área política na forma como se expressa! É uma triste realidade nacional...
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