sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
DIÁRIO DO SUL: Puro Sensacionalismo

Clara Abdo - 5º sem
quinta-feira, 30 de abril de 2009
AVISO
Direção do Oxente Fotoclube
Mais informações, em breve, no
segunda-feira, 27 de abril de 2009

Será realizado em Itabuna o 1º Varal Fotográfico. O objetivo desse evento é aproximar e atrair cada vez mais as pessoas interessadas pela arte da fotografia, mostrando o que pode ser feito com uma câmera na mão e muita criatividade. A exposição é aberta para fotógrafos profissionais, não profissionais e toda a comunidade. A sua participação é fundamental para incentivar outras realizações culturais em nossa cidade. Compareça!
Saiba mais www.vitrolavirtual.com.br/varalfo
terça-feira, 14 de abril de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
AOS MEUS "HERMANOS"

Não me qualifico como fã, sou apenas uma eterna admiradora dos acordes livres, eufóricos, doces, sinceros e poéticos da banda que fez (e faz) história no cenário musical brasileiro. Garanto que eles são muito mais que “Ana Júlia”. E coloquem muito nisso!
Quem nunca, em um dia qualquer, ao escutá-los, chorou de satisfação, raiva, emoção, desilusão ou apenas soluçou por ter o privilégio de deixar deslizar por seus ouvidos, a voz ingênua, não menos serena e totalmente plena do Marcelo Camelo. Ou quem sabe não acompanhou, num bemol ou sustenido maior, a euforia ousada e infindável da voz irreverente do Rodrigo Amarante. Tudo isso acompanhado, de forma extrema, pela batida de Barba e a elegância de Bruno Medina.
Pode acreditar, mas eu já “dancei errado” só em escutar maliciosamente “Retrato pra Iaiá”. Já me espelhei na “Morena”, já fiz versos por conta da “Casa Pré-Fábrica”. Lagrimei por falta de um sorriso com “A flor”, me fiz terna com “Sentimental”. E a “Primavera”? Entra em todo coração que canta junto com o batimento de qualquer melodia dos nossos Hermanos.
“Veja bem, meu bem”, o que você lê não é um fardo de palavras que puxam saco. É um monte de palavras sinceras de reconhecimento do que é bom, em um grande acervo de música nacional.
“Deixa ser, como será?”, assim, muitos se perguntaram quando a banda se desfez por um tempo indeterminado. E continua assim...
Eu os classifico de imediato como uma decodificação de sentimentos. É uma aventura exorbitante de contentamento. É um momento em que aquele período é apenas seu (quem escuta) e de seu cálice. Com interpretações únicas. “À palo seco” e “Esquados” se encaixam nessa parte.
Talvez um “Outro Alguém” tente fazer o que os nossos Hermanos fizeram: história com sua própria forma de expressão. Eles realmente são de todo tamanho, uma grande inspiração.
Alline Meira - 4º sem
terça-feira, 3 de março de 2009
EM VERSOS COM: Alline Meira
O tal, carnaval
Lá se foi nosso carnaval
Mais um, único
Alguns dias de coisas e tal
Mais um, de muitos, outros, carnaval
Na primeira via, euforia
Uma contagiante alegria com cantigas de amor
Gente dançando, sentidos, outros estados
Não cessava com o raiar do dia
Fevereiro, Vixe Mainha!
Agora com Beijo de Chiclete
Mil beijos, na avenida tardia
De lá se vem um, vai outro, adivinha
E quem encontrou Dalila?
Alguém despejou a curiosidade
Ela está com Brown, Sangalo
Está com o povo que ouvia, cantava, sorria
Lá de cima, um manto de gente que corria
De frete, de lado, de costas, Ave Maria
Sem sentido determinado, com Asa, corria
Apenas seguia o que se queria
Na rua todo mundo se via
Sacudia, leva, Eva
Tudo que almejava, abraços
E na tristeza não, não mais viveria
E o fim? Não existia...
Uniformizados até os próximos dias
É carnaval da Bahia, do povo
Quem me dera viver sem fim, para sentir todos os tantos outros...

