segunda-feira, 24 de agosto de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
VAI ROLAR UMA SONZEIRA
Vai rolar uma Sonzeira... Juntos pela primeira vez em Itabuna, as bandas alternativas Diamba e O Círculo no maior evento tribal da região. Com participação do DJ Joelson e Sururu Baião. Sábado, dia 11 no Centro de Cultura em Itabuna, a partir das 22h. Compareça!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
DIPLOMA, PARA QUÊ?
Há quem diga que não vai fazer muita diferença, já que o que importa é o conteúdo de cada pessoa. E há quem se desespere e pense em trocar ou até largar o curso. Para esses, vai o meu conselho: não deixe! Seu diploma, mesmo sendo um "mísero diploma de jornalista" lhe dará o direito de, pelo menos, ter uma cela privativa, caso você ande fora da linha, nunca se sabe!
Já vi alguns professores dizendo que não importa, que devemos fazer a diferença, buscar mais conhecimentos. Eu concordo que devamos nos aprimorar, mas acredito que eles estão esquecendo que não só são os futuros jornalistas que estão se aprimorando, mas também futuros advogados, psicólogos, publicitários..., ou seja, mais gente para concorrer a tão sonhada vaga no mercado de trabalho. E é claro que os professores defenderão a prática da profissão sem o diploma, afinal eles também terão direito à prática jornalística.
A opinião sim, é de direito de todo e qualquer ser humano e é de fato muito interessante um editorial que fale de medicina escrito por um médico, mas daí até escrever uma matéria sobre a decadência da saúde pública ou outros temas...
É sabido que a prática do jornalismo sem o diploma já acontece há algum tempo, o que deveria ser feito é proibí-la e não oficializá-la.
Então, para que passamos anos em uma faculdade aprendendo cada detalhe da área jornalística, se, no final qualquer um que saiba escrever futuramente estará sentado em nossa cadeira?
Milena Palladino - 5º sem
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A TRADIÇÃO, POR AÍ, NO SÃO JOÃO
POR AÍ começou sua trajetória junina na festa que comemorou nada mais, nada menos que 22 anos de sucesso... Uma tradição que se estabelece na alegria de puro forró! O TICOMIA 2009 foi animado por seis grandes bandas do cenário musical forrozeiro. Lordão, Dorgival Dantas, Cavaleiros do Forró, Aviões do Forró, Forró do Bom e Calcinha Preta. Além de uma super estrutura para ninguém se “queixar”.
Uma deixa... No São João entra axé, pagode e tudo mais? Ou não?
Essa pergunta foi levantada POR AÍ na Fazenda El Dourado em Ibicuí. Veja o que a galera respondeu nos vídeos abaixo.
domingo, 17 de maio de 2009
EXPOSIÇÃO VIRTUAL
O homem é o ser, orgânico e psíquico, sujeito de necessidades e desejos. A inquietação psicológica, o distúrbio mental, emanações do inconsciente, acontecem sem tempo determinado e perduram na memória. O tempo de desconforto da alma é também tempo de desconforto do corpo. O tempo do desconforto desperta o desejo e a necessidade, respectivamente do por vir e do prazer. As vestes disciplinam o corpo à moral, ao trabalho, ao ambiente e permitem presumir diferenciadas leituras de “agenciamento” da organização social, constituindo identidades e hierarquias. A camisa de força é uma veste especificamente criada para conter, imperativo da ação disciplinar pelo afastamento. A maçã, ou alcançar a maçã, representa tudo aquilo que quer o homem na satisfação de seus desejos e necessidades. Perante o senso comum, a maçã é associada ao fruto da “árvore do conhecimento”, aqui, alcançar a maçã é o próprio conhecer, ter acesso e consequentemente consumir, experiência única do corpo que necessita e da alma que deseja. 






(Clique sobre as imagens para ampliá-las)
sexta-feira, 8 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
DIÁRIO DO SUL: Puro Sensacionalismo

Clara Abdo - 5º sem
quinta-feira, 30 de abril de 2009
AVISO
Direção do Oxente Fotoclube
Mais informações, em breve, no
segunda-feira, 27 de abril de 2009

Será realizado em Itabuna o 1º Varal Fotográfico. O objetivo desse evento é aproximar e atrair cada vez mais as pessoas interessadas pela arte da fotografia, mostrando o que pode ser feito com uma câmera na mão e muita criatividade. A exposição é aberta para fotógrafos profissionais, não profissionais e toda a comunidade. A sua participação é fundamental para incentivar outras realizações culturais em nossa cidade. Compareça!
Saiba mais www.vitrolavirtual.com.br/varalfo
terça-feira, 14 de abril de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
AOS MEUS "HERMANOS"

Não me qualifico como fã, sou apenas uma eterna admiradora dos acordes livres, eufóricos, doces, sinceros e poéticos da banda que fez (e faz) história no cenário musical brasileiro. Garanto que eles são muito mais que “Ana Júlia”. E coloquem muito nisso!
Quem nunca, em um dia qualquer, ao escutá-los, chorou de satisfação, raiva, emoção, desilusão ou apenas soluçou por ter o privilégio de deixar deslizar por seus ouvidos, a voz ingênua, não menos serena e totalmente plena do Marcelo Camelo. Ou quem sabe não acompanhou, num bemol ou sustenido maior, a euforia ousada e infindável da voz irreverente do Rodrigo Amarante. Tudo isso acompanhado, de forma extrema, pela batida de Barba e a elegância de Bruno Medina.
Pode acreditar, mas eu já “dancei errado” só em escutar maliciosamente “Retrato pra Iaiá”. Já me espelhei na “Morena”, já fiz versos por conta da “Casa Pré-Fábrica”. Lagrimei por falta de um sorriso com “A flor”, me fiz terna com “Sentimental”. E a “Primavera”? Entra em todo coração que canta junto com o batimento de qualquer melodia dos nossos Hermanos.
“Veja bem, meu bem”, o que você lê não é um fardo de palavras que puxam saco. É um monte de palavras sinceras de reconhecimento do que é bom, em um grande acervo de música nacional.
“Deixa ser, como será?”, assim, muitos se perguntaram quando a banda se desfez por um tempo indeterminado. E continua assim...
Eu os classifico de imediato como uma decodificação de sentimentos. É uma aventura exorbitante de contentamento. É um momento em que aquele período é apenas seu (quem escuta) e de seu cálice. Com interpretações únicas. “À palo seco” e “Esquados” se encaixam nessa parte.
Talvez um “Outro Alguém” tente fazer o que os nossos Hermanos fizeram: história com sua própria forma de expressão. Eles realmente são de todo tamanho, uma grande inspiração.
Alline Meira - 4º sem
terça-feira, 3 de março de 2009
EM VERSOS COM: Alline Meira
O tal, carnaval
Lá se foi nosso carnaval
Mais um, único
Alguns dias de coisas e tal
Mais um, de muitos, outros, carnaval
Na primeira via, euforia
Uma contagiante alegria com cantigas de amor
Gente dançando, sentidos, outros estados
Não cessava com o raiar do dia
Fevereiro, Vixe Mainha!
Agora com Beijo de Chiclete
Mil beijos, na avenida tardia
De lá se vem um, vai outro, adivinha
E quem encontrou Dalila?
Alguém despejou a curiosidade
Ela está com Brown, Sangalo
Está com o povo que ouvia, cantava, sorria
Lá de cima, um manto de gente que corria
De frete, de lado, de costas, Ave Maria
Sem sentido determinado, com Asa, corria
Apenas seguia o que se queria
Na rua todo mundo se via
Sacudia, leva, Eva
Tudo que almejava, abraços
E na tristeza não, não mais viveria
E o fim? Não existia...
Uniformizados até os próximos dias
É carnaval da Bahia, do povo
Quem me dera viver sem fim, para sentir todos os tantos outros...
segunda-feira, 2 de março de 2009
SEM QUERER QUERENDO, ADEUS

Posso dizer, com toda certeza e do fundo do meu coração, que apesar dos desentendimentos e das divisões ocorridas na nossa turma, sentirei muita saudade de todos. Principalmente dos amigos mais próximos, companheiros de artigos e trabalhos. Bem, aqui vão algumas dedicações especiais. Aos meninos do fundão por me fazer rir nos intervalos com as nossas conversas sobre sexo (Douglas pare de ver aqueles filmes). À Thalila e Alana Andrade pela amizade, pelo carinho e pelos aniversários (detalhes). Ao grupo de Nancy (Yasmim, Drielle, Gabriela e Lu) por me ensinar a crescer e amadurecer e pelas críticas construtivas. Ao grupo de Luís Paulo (Aline dos Anjos, Kaúla, Aline Meira, Juliana e Vavá) pelos momentos de diversão em sala. Ao meu grupo de amigos eternos (Lílian, Fábio, Gelle e Alanna Cabral) vocês foram os meus primeiros amigos na turma e nunca serão esquecidos.
Queria dedicar um agradecimento especial aos professores, por fazer do curso de jornalismo uma aventura e uma diversão. Sentirei falta de suas aulas, mas levarei para a vida inteira os seus ensinamentos. À Julianna Torezani pelos sustos e por me ensinar a fotografar (coisa que eu adoro fazer). À Aline pelas aulas de português (se bem que este texto deve ter muitos erros). À Renata Smith por me ensinar a ser uma jornalista. À Odilon Pinto pelos seus 0,3. À Cintia Paula e aos Antônios (Xavier e Figueiredo), pela paciência e determinação. Obrigada a todos.
Se possível continuarei escrevendo para o blog e fazendo matérias, agora amadoras. Mas um dia serei jornalista! Bem, esse texto está ficando grande demais e isso “não pode”. Então, espero que sejam felizes e me convidem para a formatura. Um beijo Jornalismo Expresso e eternas saudades.
Tatiana Santana
Ex 4º semestre de Comunicação Social com Jornalismo
Aluna do 1º semestre de Serviço social
domingo, 1 de março de 2009
O SEGREDO DE JOHNNIE WALKER
Pode até parecer estranho, mas, em umas das minhas muitas andanças, precisamente em um restaurante na capital baiana, uma imagem impressionou-me. Fiquei estática, anestesiada, impressiona. Com o quê? Não me achem bizarra, mas me impressionei com uma parede completa de uísque. Mas não era uma parede qualquer. Era A PAREDE de Red Label que já fazia parte da decoração do requintado lugar. A quantidade me pareceu absurda. Alguns minutos parada, sem muito que pensar, um garçom chegou manso dizendo: “Aí não tem nem a metade de todo o clube do uísque, só as garrafas mais cheias.”. O que me admirou não foi só a quantidade de uísque, mas O UÍSQUE que dominava aquela magnífica obra prima. Os rótulos vermelhos com detalhes dourados davam um “toc” sublime à fotografia. Perguntei-me baixinho: “É, quem nunca tomou um Johnnie Walker?”. Ou melhor: um Red Label?
Depois de ver aquela legião de “Johnnies” respondi-me: “Todo mundo bebe!”.
Fiquei imaginando o tal “monopólio” uisquisado, querendo desvendar o nobre segredo do Johnnie Walker. Claro que precisei dar umas “goladas” em “algumas” doses durante a pesquisa. O velho Johnnie Walker era gênio dos negócios. Foi o grande percussor das “cachacinhas escocesas”. Mas, devoto todo o sucesso do Johnnie Walker para o faro de Alexandre. Quem foi Alexandre? Seu primogênito.
Ele aprimorou a bebida pesada e oleosa criada por John (que intimidade). Ah, o segredo né?! Então, Alexandre criou e fez o sucesso dos uísques Walker’s a base do cheiro. Ele nunca colocou uma gota de álcool na boca. E conseguiu misturar cerca de 40 destilados, na dosagem certa, e inventar as variedades dos Johnnie’s Walker’s. Ele deixou o paladar com a gente...
E por que o uísque não ficou conhecido como Alexandre Walker? Uma singela homenagem ao seu pai. Ele preferiu deixar o nome do pai na história. Vou até beber o Red Label com mais sentimento agora!
Pois bem, tudo a base do perfume, assim foi criado à linha Johnnie Walker (Red Label, Black Label, Blue Label...).
Ah, não vou esquecer mais um detalhe: o designer da garrafa. Para que coubessem mais garrafas na caixa e mais informações no rótulo, Alexandre fez as garrafas quadradas e os rótulos diagonais. Em uma época que ninguém fala em estratégia de marketing ele conseguiu inovar, fazendo com que os dois elementos ajudassem os “pinguços” a reconhecer um uísque da família Walker à distância.
É, depois toda essa história percebi que essa tradição merece todo o reconhecimento (que tem). Agora, para terminar, faço um brinde aos Walker’s. Ao velho Johnnie e ao grande Alexandre. Ah, e de Blue Label! tim-tim!
Alline Meira - 4º sem
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
ESTOU INDO PRA SALVADOR

Amigo César,
Tudo pronto aí na capital baiana?! Pois então, amanhã chego aí. Tenho que te contar como consegui. Lembra do Raimundo? O chefe aqui da empresa? Ele desde algum tempo jogava os seus famosos “
- O avião sai amanhã as 12:45h.
Avião? Não entendi! Íamos de “bus” e compraríamos as passagens depois da resposta final. Mas foi tudo tão perfeito que Marta conseguiu, além dos sete dias de folga, duas passagens (ida e volta) para Salvador. Ajoelhei-me e agradeci aos orixás. Menos um gasto! Marta não me contou o que aconteceu naquela tarde de terça-feira na sala do “poderoso chefão”, também não me preocupei em aprofundar a curiosidade por conta de tanta felicidade. Amigo, consegui! A única coisa que Marta me falou foi:
- Quem tem boca, vai onde quer!
Não sei se foi meu plano ou o desempenho de Marta, mas o que importa mesmo é que amanhã estaremos aí, e de TAM!
(Acontece Gente é uma coluna fictícia)





